
quarta-feira, 31 de março de 2010
Segurança Pública no Municipio.

segunda-feira, 29 de março de 2010
Eleiçoes no Clube dos Oficiais da PM.

Que Clube dos Oficiais queremos para nós?
Essa pergunta está na mente de todos, que querem um clube forte, representativo, que cuide e lute pelos interesses da classe. Não queremos um clube de pagode, ameaçado por liminar do Ministério publico por estar incomodando a vizinhança ou que coloque em suas dependências prepostos do batalhão de choque para efetuar policiamento em festa de lavagem do Bomfim. Queremos um clube que lute pela PEC 300, pela previdência própria dos servidores, pelo respeito a nossa reserva e que também receba com conforto oferecendo lazer a seus associados.Vamos pensar nisso, evitar o continuismo, a imobilidade, a apatia,a omissão. Estamos cansado disso.
sábado, 27 de março de 2010
Mudança no Conceito de Policia.
Postei ha dias atras, um comentário sobre a adoção pela PM do Rio de Janeiro do programa Policia Pacificadora,que vem mudando o conceito de atuação de Policia naquele Estado. O Sociologo Ildes Ferreira escreveu sua opinião:
SEGURANÇA PÚBLICA É TAREFA DE TODOS
Enquanto a sociedade - e principalmente os órgãos do Estado - entenderem que segurança pública é uma mera questão de polícia, não haverá avanços significativos. Podem até reduzir os índices da violência (número de homicídios, assalto a mão armada etc.), mas os cidadãos continuarão sentido-se inseguros e desprotegidos. É preciso, então, desconstruir o conceito de segurança pública que acaba culminando com o desejo da sociedade de uma polícia carcará que deve "pegar e matar". Esse é o caminho mais fácil e mais cômodo para a sociedade que transfere toda responsabilidade para os órgãos de repressão do Estado. Mas esse caminho de "pegar e matar", além de equivocado, é absolutamente ineficiente. A fábrica do crime cntinua a todo vapor, produzindo novos criminosos e despejando na sociedade. Mas construir um novo conceito de segurança pública passa, necessariamente, por mudanças no aparelho do Estado e, principalmente, no aparelho policial. É preciso redefinir o papel do policial que só aprendeu a autuar, a reprimir. Ele não sabe agir preventivamente. Ou se omite, ou aplica a repressão. Parece que a "Polícia Pacficadora" do Rio de Janeiro começa a dar alguns passos na reconstrção da cultura do policial que precisa entender que, antes de qualquer coisa, ele existe para proteger os cidadãos e cidadãs. Precisa abdicar da prepotência que normalmente carrega - que leva a frequentes casos de abuso de autoridade - para ocupar uma posição de parceiro das pessoas; de igual; de alguém que, antes de qualquer coisa, é um amigo, uma pessoa querida na comunidade, invertendo-se o quadro atual onde, via de regra, o policial é odiado ou, quando muito, tolerado. Mas ter uma polícia pacificadora e cidadã só será possível com o comprometimento ativo de todos os comandantes, em toda a hierarquia, do goernador do Estado ao comandante de um pelotão. Se for inciada uma prática diferenciada, com o envolvimento e comprometimento de toda a hierarquia que conduz os comandados, poderemos ter, no futuro, uma política de segurança pública eficaz, assumida conjuntamente pelos órgãos de segurança e pela sociedade.
Ildes Ferreira
Sociólogo
quarta-feira, 24 de março de 2010
Ronda nos Bairros.

PM inspeciona área da Micareta.

quarta-feira, 17 de março de 2010
Disque cidadão.

Micareta terá tecnologia de ponta.,

segunda-feira, 15 de março de 2010
Expectativa 1.
domingo, 14 de março de 2010
Ensino a distancia.

Alerta aos Oficiais PM.
