sexta-feira, 30 de novembro de 2012
DIVULGADOS LOCAIS DE PROVA DO CONCURSO DA POLÍCIA MILITAR
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Base Comunitária de Segurança é inaugurada em Vitória da Conquista
Quarta, 28 de Novembro de 2012 - 14:20
Foto: Manu Dias/ Secom
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Estranhos na Seguranca Publica.
A onda de violência que assola Sao Paulo derrubou o Secretario de segurança publica do Estado. O governador Alckimin, rapidamente nomeou outro titular para a pasta, um procurador de justica. Será que não esta na hora de entregar a direção da segurança publica a um profissional da área? Pessoa que conheça e conviva com as situações e fatos em vez de nomear políticos ou técnicos de outras atividades que levam precioso tempo para conhecer e aprender segurança? Enquanto eles aprendem os policiais morrem!
domingo, 18 de novembro de 2012
CARTA DE UM POLICIAL PARA UM BANDIDO
Senhor Bandido,
Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua
imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo
que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de
defesa dos Direitos Humanos.
Durante vinte e quatro anos anos
de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto a
preservação de seus direitos, pois os cidadãos e especialmente nós
policiais estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais
direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de
lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não
dar esse direito as suas vítimas. Todavia, não cabe a mim contrariar a
lei, pois ensinaram-me que o Direito Penal é a ciência que protege o
criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e
assim por diante.
Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita.
Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.
Autor: Wilson Ronaldo Monteiro - Delegado da Polícia Civil do Pará
Senhor Bandido,Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita.
Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.
Autor: Wilson Ronaldo Monteiro - Delegado da Polícia Civil do Pará
Ex-presidiário vira empresário após cumprir pena por tráfico de drogas
Em um momento de crise onde os marginais enfrentam os agentes da segurança publica, matando-os e criando um ambiente de odio e vingança, uma noticia dessa traz um pouco de esperança e de exemplo aos homens e às instituições.
Almeida cumpriu 12 anos de pena no 'Urso Branco', em Porto Velho.
Do G1 RO
Lorizete Almeida virou microempreendedor após cumprir 12 anos de prisão por tráfico (Foto: Andréia Machado/G1)
Lorizete Fabiano Almeida cumpriu pena por tráfico de drogas durante 12
anos no Presídio Urso Branco, em Porto Velho. Nos últimos anos de
prisão, Almeida começou a pensar no futuro e no que iria fazer quando
estivesse em liberdade. Primeiro precisava trabalhar e juntar dinheiro.
Dentro da prisão fez faxina e lavou roupas. Com os R$ 3,6 mil que
conseguiu economizar, abriu uma pequena loja de presentes e variedades
em Vilhena (RO). Atualmente, Almeida tem seis funcionários e já planeja
abrir uma filial.“Eu foquei no trabalho e todo o dinheiro que eu ia juntando eu guardava. Isso me manteve vivo e com esperanças”, conta o ex-presidiário.
Da cadeia, Almeida lembra a angústia de estar sempre entre a vida e a morte. “Sempre acreditei em céu e inferno, mas o inferno estava dentro do presídio, onde não existe paz. A todo o momento eu tinha que ficar alerta porque corria o risco de ser agredido e morto. Fui transferido de Vilhena para o presídio Urso Branco [em Porto Velho] bem na época daquelas rebeliões [2001 e 2002] onde eu vi homens sendo mortos e torturados”, relata.
Quando eu montei a loja, eu só queria mudar de vida não sabia que ia ser tão bom assim"
Lorizete Almeida, ex-presidiário
O ex-presidiário, que trabalhava na informalidade, recorda o dia que recebeu na loja a visita de técnicos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). “Quando eles chegaram eu fiquei com medo. Pensei que eles iam querer fechar a loja, porque eu ainda não tinha regularizado a situação de alvará. Eles vieram me apresentar o MEI [Micro Empreendedor Individual]. No começo achei que aquilo não era verdade, pois era muito bom”, diz.
Passados dois anos, a loja de Almeida cresceu. Atualmente o microempreendedor emprega seis funcionários. “Quando eu montei a loja, eu só queria mudar de vida não sabia que ia ser tão bom assim, que ia conseguir ir tão longe quanto agora”, avalia Almeida.
sábado, 17 de novembro de 2012
ATÉ QUANDO?
Emoção no adeus do PM assassinado no último dia 14.
Rita Lee faz acordo de R$ 40 mil em processo envolvendo policiais militares de Sergipe
Está de parabéns a Policia Militar de Sergipe que não se acomodou e acionou a justiça para responsabilizar a cantora Rita Lee pela ofensas dirigidas a corporação, em um show na cidade de Aracaju. Mostrou que não devemos nos acomodar, e confiar na justiça.
A batalha judicial entre Rita Lee e as autoridades
policiais de Sergipe rendeu um prejuízo de R$ 40 mil para a cantora,
após acordo feito na Vara Criminal da cidade de Barra dos Coqueiros. A
cantora foi denunciada por 35 policiais militares por apologia ao
crime/criminoso e por desacato logo depois de um show, no dia 28 de janeiro,
na praia de Atalaia Nova, região metropolitana de Aracaju. Ela ainda
responde a processos nas 6ª, 7ª, 9ª e 15ª Varas Cíveis, todos movidos
por policiais militares.
Os R$ 40 mil serão depositados na conta do Fundo
Judiciário, nos quais os recursos são destinados para atividades nas
comunidades locais, neste caso no município de Barra dos Coqueiros. O
acordo também prevê a proibição de Rita Lee de se ausentar por mais de
30 dias da região onde mora (em São Paulo) sem uma autorização judicial,
pelo período de dois anos.
A proposta inicial feita pelo promotor de Justiça
substituto, Ricardo Machado Oliveira, era que o valor final fosse de R$
115 mil em favor do Fundo Municipal para Criança e Adolescente da Barra
dos Coqueiros, mas o total foi reduzido em acordo com a cantora. Cada
militar também entrou com uma ação especifica, cobrando uma indenização no valor de R$ 24.880.
No processo, o promotor destacou as falas de Rita Lee
durante o show de janeiro em Aracaju. Segundo o documento, a cantora
interrompeu a apresentação, se direcionou aos policiais que faziam a
segurança do evento e perguntou: "O que vocês estão procurando, queridos
policiais? Baseado? Vão achar! Alegria? Vão achar!". Em seguida, ela
teria dito: "Não vai me dizer... não, não é! Não pode ser! Por causa de
um 'baseadinho'? É isso? Cadê o 'baseadinho' para eu fumar aqui agora?
Eles não vêm me pegar! Vem cá, gatos, gatinhos! Ah, vão embora, não,
não".
O
promotor apontou ainda que a cantora, de posse do microfone, falou para
o público: "Vocês podem fumar baseado à vontade, que esses cachorros,
filhos da puta, não vão prender ninguém, não. Eu vou acender um em cima
do palco, quero ver o homem me prender". O promotor finalizou que a
"autoria e a materialidade dos crimes" estão fundidos através dos
depoimentos prestados pelas testemunhas e mídia de áudio e vídeo
anexados aos processos.
Rita Lee esteve em Aracaju no dia 8 de novembro para ser ouvida em audiência no 7º Juizado Especial Cível, no bairro Santa Maria.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
MENSAGEM DO SUBCOMANDANTE GERAL DA PMBA
Companheiros e Companheiras da Polícia Militar,
É fato que as notícias chegadas do Estado de São Paulo tem causado preocupação
a toda a sociedade brasileira, em especial, aos policiais militares.
É importante, entretanto, ressaltar que o Comando Geral da Corporação, aliado a toda a área estratégica da Segurança Pública tem acompanhado “pari passu” a situação, sem, entretanto, encontrar verdade em afirmações que dão conta de ameaças a policias militares do Nordeste brasileiro, em particular, do Estado da Bahia.
Assim, é muito importante salientar que o policial militar - mais do que outro profissional -, face à natureza da missão, deverá, cercar-se de cautelas que lhe possibilitem um mínimo de tranqüilidade na sua vida cotidiana. Verificar com atenção ambiente, as pessoas e os contextos são cuidados próprios da especificidade da missão, sendo esta uma orientação pertinente e permanente para todos os policiais militares.
A Corporação está atenta e empenhada 24hs/dia, no acompanhamento de toda e qualquer situação para a salvaguarda de todos e da própria instituição que juramos servir.
CARLOS SEBASTIÃO DE ELEUTÉRIO FILHO – CEL PM
Subcomandante-Geral
É importante, entretanto, ressaltar que o Comando Geral da Corporação, aliado a toda a área estratégica da Segurança Pública tem acompanhado “pari passu” a situação, sem, entretanto, encontrar verdade em afirmações que dão conta de ameaças a policias militares do Nordeste brasileiro, em particular, do Estado da Bahia.
Assim, é muito importante salientar que o policial militar - mais do que outro profissional -, face à natureza da missão, deverá, cercar-se de cautelas que lhe possibilitem um mínimo de tranqüilidade na sua vida cotidiana. Verificar com atenção ambiente, as pessoas e os contextos são cuidados próprios da especificidade da missão, sendo esta uma orientação pertinente e permanente para todos os policiais militares.
A Corporação está atenta e empenhada 24hs/dia, no acompanhamento de toda e qualquer situação para a salvaguarda de todos e da própria instituição que juramos servir.
CARLOS SEBASTIÃO DE ELEUTÉRIO FILHO – CEL PM
Subcomandante-Geral
Com 93 policiais mortos, situação em SP é de guerrilha urbana, diz coronel
Conheci o Cel PMSP , quando era assesor parlamentar da PMBA no congresso nacional e participei da sua luta pelos interesses das Policia Militar(s) nas diversas PECs que viram rotina em cada inicio de legislatura na camara e senado federal e no aumento da representatividade das Policias Militar naquelas casas. Suas declarações merecem respeito e analise dos governantes e comandantes de PM.
O coronel participou de audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, encerrada há pouco. Referindo-se aos 93 policiais assassinados desde o começo do ano em São Paulo, Miller classificou a escalada da violência na capital paulista como "guerrilha urbana".
Para Elias Miller, não será possível vencer essa guerrilha sem o envolvimento da sociedade. "Mas se a sociedade está falida, a lei é violada. Com isso, sobra para a polícia resolver os problemas, mas a polícia não recebe os investimentos necessários para que atue como deve", avaliou, ao destacar que os investimentos federais e estaduais em segurança pública vêm diminuindo gradativamente.
Segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública, deputado Efraim Filho (DEM-PB), as verbas para segurança pública no Orçamento da União caíram de R$ 9,2 bilhões em 2012, para R$ 7,1 bilhões em 2013.
Para Elias Miller, se não houver investimentos na polícia, capacitação dos policiais e uma legislação eficaz, a situação da violência em São Paulo e no Brasil não vai melhorar.
O coronel defendeu ainda a reformulação do modelo de atuação das polícias federal, civil e militar, que atualmente tem atribuições diferentes. Segundo ele, é necessário que as forças policiais atuem de forma integrada para melhorar a segurança pública no País.
Onde Vamos???
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