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terça-feira, 20 de março de 2012

Recepção de novos alunos-a-oficial da PMBA

A recepção dos novos alunos-a-oficiais do 1º ano da Academia de Polícia Militar ocorreu em clima de solidariedade, através do “trote solidário” que arrecadou donativos para o Hospital Aristides Maltez. O evento ocorreu nesta sexta-feira (16), durante uma Parada Militar, na Vila Policial do Bonfim, no Dendezeiros.
No início da Parada, a nova turma de alunos-a-oficiais, composta por 110 homens e 10 mulheres, acompanharam a entrega simbólica dos donativos arrecadados ao Hospital Aristides Maltez. O ato foi realizado pelo diretor da Academia, coronel Nivaldo Nascimento e pelo diretor adjunto, tenente coronel Deiró à diretora do Hospital, Celeste Oliveira, que agradeceu a iniciativa. “Agradecemos à Polícia Militar por esta doação, que será de grande valia para os nossos pacientes. Como dizia o professor Aristides, são gestos como esse que fazem toda a diferença e nos impulsiona cada vez mais a servir ao próximo” ressaltou a diretora.


Ao final da solenidade, sob os acordes da banda de música da PM, Maestro Wanderley, os novos alunos-a-oficiais juntamente com o 2º e o 3º ano da Academia, desfilaram em continência ao coronel Nivaldo, que na oportunidade desejou boas vindas aos novos integrantes da Corporação.

Fonte: Site da PMBA.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Bahia: Polícia Cidadã, Companhia Independente de Polícia Militar, Ronda no Bairro, Território de Paz ou Base Comunitária de Segurança?

No ano de 2009, dos 417 municípios baianos, 31 apresentaram altas taxas de criminalidade e violência. Em Salvador, mormente nos bairros de Tancredo Neves, Periperi, Itapuã, Liberdade, Nordeste de Amaralina, dentre outros, a situação era insuportável ensejando medidas urgentes para minorar a situação. No interior, além de dezenas de outros, o município de Feira de Santana clamava por medidas que fizessem a segurança pública encontrar o seu caminho, sobretudo na a área de responsabilidade da 65ª CIPM – Sobradinho.
Para fazer frente à questão levantada, seguindo orientação governamental, a Bahia copiou e adaptou o Programa Ronda no Bairro, implantado no Estado do Ceará, objetivando fortalecer a filosofia de polícia comunitária, com estratégias de maior aproximação com a comunidade. Assim, em cada setor (espaço físico definido para fins de policiamento ostensivo) um grupo de policiais militares, atuaria no radiopatrulhamento, contando com uma viatura quatro rodas (caminhonete), e outra de duas rodas (motocicleta), ambas equipadas com ferramentas tecnológicas adequadas ao serviço.
Para o lançamento do Programa várias CIPM cederam recursos humanos e materiais para suprir a nova demanda e, em conseqüência, desfalcaram suas malhas protetoras de policiamento. A falta dos meios necessários à implantação e efetivação do programa frustrou a expectativa de todos e não diminuiu as taxas de CVLI (Crimes violentos letais e intencionais) e CVP(crimes violentos contra o patrimônio), as quais continuam avançando assustadoramente ensejando políticas públicas mais consistentes e arrojadas.
O não estabelecimento uma estratégia inovadora para o policiamento ostensivo , aliado aos escalonamentos de emprego de tropa dos tipos simples, composto e complexo, dificulta a integração entre a polícia e a comunidade, reduz a taxa de impacto visual do policiamento e, conseqüentemente, não amplia a sensação de segurança, abalando o grau de credibilidade na polícia por não atingir a excelência almejada nos serviços prestados.
Na verdade, o programa vem perdendo seu rumo com a adoção de outro conceito de policiamento, agora, copiando e adaptando do Rio de Janeiro - Unidade de Polícia Pacificadora – aqui denominado Base Comunitária de Segurança.
Assim, pergunta-se: Qual será a nova formula a ser copiada?

domingo, 4 de março de 2012

Segurança Publica. Competencia tecnica?

A SSP vem tentando há algum tempo diminuir o índice de criminalidade na Bahia. O Secretario anterior criou, sem consultar os técnicos da PM, o projeto Ronda nos Bairros, deslocando viaturas e  efetivos de outras unidades, instalando telefones comuns de oito dígitos, tarifados,  para serem utilizados pela comunidade dos bairros escolhidos, desprezando o 190, sem criar um canal próprio na central de telecomunicações para o atendimento e  principalmente,  não manteve viaturas para o atendimento cotidiano, para que a filosofia da Ronda nos Bairros fosse implementada. Resultado: os telefones não foram utilizados (o 190 é universalmente conhecido e gratuito), as viaturas se confundem com as operacionais devido a alta demanda de solicitações e o que foi ''''empurrado guela abaixo" deixou de ter efeitos práticos. Uma outra "ideia brilhante" que foi a criação de 32 CICOMs (central integrada de comunicações) em regiões pré estabelecidas, onde as comunicações entre as policias, bombeiros seriam centralizadas e atendidas em um só lugar, evitando-se por exemplo, que um assalto em uma cidade deixasse de ser conhecida e combatido, pela imobilização  criminosa da delegacia ou quartel. ( a denuncia ou solicitação, através do 190, chegaria   na central e não, na unidade invadida como aconteceu em recente assalto a banco). Equipamentos como, rádios fixos, moveis e portáteis, antenas, repetidoras, geradores, no brake, computadores, moveis, aparelhos de ar condicionado foram adquiridos e encontram-se armazenados há cinco anos , sem utilização, por falta de ações eficazes, causadas pelas mudanças constantes de chefias, por conveniencia politica,  burocracia e principalmente a falta de comprometimento e ou conhecimento técnicos para a instalação das citadas centrais(CICOM). O atual secretario, herdeiro das incompetências de gestões anteriores, tenta, retomar essa iniciativa, mais esbarra  na falta de ações especificas e eficiente dos seus técnicos as vezes colocados em funções,  não por conhecimentos na área , mas para acomodar situações, corporativismo ou apadrinhamento  político. Enquanto isso, os assaltos se proliferam e o interior baiano, carece de uma infraestrutura de comunicações moderna, não por falta de logística, mas de iniciativas dos gestores. É preciso mudar!